Figuras que a música de Cabo Verde atraiu







Ao longo do tempo, instrumentistas, compositores, cantores, produtores, de diferentes partes do mundo, interessaram-se pela música de Cabo Verde, penetraram nela e foram por ela envolvidos.
Por razões da vida pessoal, em algum momento determinados personagens chegaram às ilhas e, cada um a seu modo, passaram a fazer parte do cenário musical local. Alguns tornaram-se efetivamente cabo-verdianos, outros passaram uma temporada, e há outros ainda que mesmo longe do arquipélago, no contato com a música cabo-verdiana na diáspora, foram por ela seduzidos e deixaram registos desse contato.
Por exemplo, o Quinteto Violado, que é um grande exemplo da colaboração de Cabo Verde com o Brasil no domínio musical, nos anos 1980. Na mesma época, o cantor francês Antoine gravou um tema de Sema Lopi, dando como título o refrão “Ouyouyouye”. O quinteto do músico argentino Gonzalo Esteybar, em 2025, gravou também música cabo-verdiana. E antes destes exemplos, os angolanos Horácio Reynaldo e Bonga: ambos, nos anos 1970, gravaram o clássico “Sodade”.
Cabo Verde & a Música – Museu Virtual traz aqui alguns desses perfis, que fazem parte, assim como os músicos cabo-verdianos de origem, da História da Música de Cabo Verde. Cada um com um percurso diferente.
Siga os links para encontrar a história de: Armando Carrondo, Augusto Casimiro, Binga de Castro, Charles Marcellesi, Elzbieta Sieradzińska, Jay Denson, Kaysha, Klaus Zimmermann, Larry Dunlap, Mamadou Sene, Márcio Rosa, Markus Leukel, Martin Schaefer, Martin Rose, Martinho da Silva, Mio Matsuda, Ndu, Nanuto, Ricardo de Deus, Rob Leonardo, Rodrigo Lessa, Silvestre Fonseca, Padre Simões, Swagato, Theo Pas’cal…







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Para saber mais
Cabo Verde nas bocas do mundo, artigo de Chissana Magalhães no Expresso das Ilhas.
Esta é uma

Pouco a pouco outros personagens virão fazer parte dela.